Começos de Ano
Posted by Júlio Roldão in sem classificação on January 3rd, 2012
O ano começou com um tremor de terra no Japão, muito fogo de artifício em várias capitais do Mundo, Funchal incluída. O ano de Guimarães como Capital Europeia da Cultura só começa no próximo dia 21.
No dia em que fiz vinte anos
Posted by Júlio Roldão in sem classificação on December 21st, 2011
Soube hoje (ontem, 20 de Dezembro), precisamente 38 anos depois, que foi no dia do meu vigésimo aniversário que Carrero Blanco sofreu o atentado da ETA que o vitimou. Lembro-me bem, só não sabia que tinha sido nesta data.
Na morte de Kim Jong-il
Posted by Júlio Roldão in sem classificação on December 19th, 2011
Onde estaria Kim Jong-Il, o líder da Coreia do Norte cuja morte foi hoje tornada pública, no dia 23 de Julho de 1966? Eu estava em Penafiel e foi lá que vi, na televisão do Café Imperial, o histórico jogo de futebol entre Portugal e a Coreia do Norte, que terminou com a vitória de Portugal por 5 a 3, depois de termos estado a perder por 3 a 0.
À data eu era um adolescente a caminho dos 13 anos e ele um jovem adulto de 25 anos que estaria já a ser preparado para dirigir a Coreia do Norte, então liderada pelo pai. Em Portugal, a percentagem de famílias que possuíam televisor próprio era muito diminuta pelo que a maioria das pessoas viam televisão nos cafés. E na Coreia do Norte, como seria? É o que me ocorre no momento em que foi tornada pública a notícia da morte de Kim Jong-il, notícia que o principal canal de televisão da China disse ter chocado, por inesperada, os chineses.
Rótulos, na morte do respeitado cidadão Vaclav Havel
Posted by Júlio Roldão in memória on December 18th, 2011
A morte de Vaclav Havel, hoje anunciada, fez-me procurar o folheto da peça de teatro “No Alto Mar” de Slawomir Mrozek, que julgava ser da autoria do antigo presidente da Checoslováquia.
Afinal é de um polaco, Morzek, e não se chama “Jangada”, como pensei. Também não é do alemão Tankred Dorst, o autor de “A Curva”, texto que igualmente associava, inconscientemente e sem descobrir a razão, a Havel.
Perdi um ror de tempo em pesquisas na Internet para nada. E já dizia mal da rede quando descobri “No Alto Mar” e “A Curva”. Peças que vi, recordo, no Teatro Avenida de Coimbra, que já não existe.
Dantes frequentava mais o teatro do que hoje. Os catálogos eram mais bem cuidados e, em certos aspectos, compensavam a ausência, por imposição da censura, de outros textos intelectualmente sérios e bem elaborados.
Eu gostava de coleccionar, ou melhor, de guardar, os catálogos das peças de teatro a que assistia. Hoje guardo rótulos de garrafas de vinho, desde que o considere bom e o tenha bebido numa roda de amigos.
Nem imaginam como é difícil retirar um rótulo de uma garrafa. Quase tanto como da imagem de um activista. O que vale é que não devemos exigir que os rótulos saiam intactos. Quando saem rasgados são mais autênticos.